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Por Administrador
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31/08/2006 |
Uma mulher estava esperando o trem na estação ferroviária de Varginha, quando sentiu uma vontade de ir urgentemente ao banheiro. Quando voltou, o trem já tinha partido. Ela começou a chorar. Nesse momento, chega um mineiro, compadece-se dela e pergunta: - Purcaus diquê qui a sinhora tá chorano? - É que eu fui urinar e o trem partiu... - Uai, dona! Mas será que a sinhora já num nasceu com esse trem partido não?! |
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22/08/2006 |
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Tenho uma amiga, a Letícia, mineirin de Beraba, casada com o André de Santa Barrrbara D'Oeste.
Em um desses encontros onde se fala de tudo, o assunto foi pro lado das mineirices da Letícia, que com seu sotaque característico sempre faz o povo dar boas risadas.
Nesse momento o André começa a contar um causo, verídico por sinal, que ocoreu com ele e, a então na época sua namorada, Letícia.
Estava ele em Beraba, primeira visita aos pais da moça, aquela solicitude toda, quando foi convocado para acompanhá-la até o açougue para comprar carne para o almoço, ou outra coisa, sei lá. |
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Por Administrador
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22/08/2006 |
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Texto enviado pela minha amiga Letícia Coutinho (Mineira, lógico). Sotaque mineiro: é ilegal, imoral ou engorda? Felipe Peixoto Braga Netto (1973 - afirma que não é jornalista, não é publicitário, nunca publicou crônicas ou contos, não é, enfim, literariamente falando, muita coisa, segundo suas palavras. Mora em Belo Horizonte e ama Minas Gerais. Ele diz que nunca publicou nada, mas a crônica que apresento foi extraída do livro "As coisas simpáticas da vida", Landy Editora, São Paulo/SP - 2005, pág. 82.)
Gente, simplificar é um pecado. Se a vida não fosse tão corrida, se não tivesse tanta conta para pagar, tantos processos - oh sina - para analisar, eu fundaria um partido cuja luta seria descobrir as falas de cada região do Brasil. |
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